FW053

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Losten Enclausurado e exposto num norte gelado um lençol antigo à espera de se enrolar uma luz queimada em tons laranja um cobertor aquecido quanto esquecido a alma que exige e tolera os frios electrizantes de uma memória solta, não ligada ficcional e existencial, o som propaga-se o quente do ritmo solta-se tempo de invadir o eu e explorar sem calor um mundo quente em arrefecimento, a atmosfera não era a mesma a esfera rola para um canto um ponto inclinado sob o oceano da superfície, ao interior do magma escaldante à selva do explorar e impressionar o impressionante do lazer e não ter outra forma de o dizer são palavras, palavras quentes ou muito frias, como o cadáver sombrio muito frio, eternamente gelado um sonhar quente de uma nascente e um vale, um rio sem riso uma esperança mutilada à espera de se encontrar e mostrar o que ilude e alude ao criar devagar e mostrar o que só se imagina sem distância e com a devida equação se problematiza toda a questão quente muito quente, mesmo escaldante o som da guitarra que vibra de sede de uma cultura em que nasce os seus frutos e mais ou menos astutos sem perdição resolvem a situação agora existencialmente parado, afectado pela morbidez das palavras que transmitem a surdez do silêncio, que dizem cuidado aos mais a cuidados isto é levantar a suspeita do não dito mas eficazmente transmitido sentido e escrito. Toda a verdade é que não há verdade entre o pensamento a acção e forma de se encontrar através dos comportamentos que geram artifícios e manobras ao próprio condutor, e vê-se rendido à ilusão da palavra sem sentido mas dita com razão, é inacreditável porém toda a forma tem um acto subjacente ao puro infortúnio do inoportuno ver crescer e saber o que fazer uma situação que carece de algum sentido da própria descrição, visão ou sentido, muitas vezes dizemos o que não pensamos e ver que é saber fazer e aprender com os demais e com sinais de igual ou parecido ou sob a forma de adição eis um exemplo de missão qualquer sentido abstracto de forma não realista era na sua verdade um totalista unitário quanto carácter fragmentado mas unido de um mundo que é parecido e como sempre temos a semelhança, mas não a sua igualdade aí poderá estar um fundo de razão e perdido no seu alheamento, eis um carácter pela forma de estar e sentir os calores que provêm do mesmo seu interior poderá ser parecido com um pintor de uma forma de moldura tão recta como arquitecta, da razão absoluta não definitiva com que relativa a qualquer subjugação ou subversão do imaginário de uma simples realidade em que saía com naturalidade a sagacidade e acutilância sem importância, transportado pelo futuro que tudo tem de puro, como a realidade de um passado duro inconscientemente e consideravelmente exercia na sua ferocidade a vivência de uma palavra que imagina sempre uma imagem desolação eis um momento captado pela atenção munido de fragmentos eis que se junta o consciente ao presente invade em mim ser de escrever, omnipotente de não ser claro tão recto como as linhas de um horizonte onde o sol se põe e esconde mergulhado e adormecido via-se vencido, mas nunca arrependido pois havia de voltar a nascer e ser o mais brilhante pois era o único, o sol manterá a nossa vivência luminosa e de modo energético se põe em marcha em que todos os pormenores são descritos à mínima sensibilidade só de acontecer e memorizar cada palavra com seu sentido e mantido no silêncio da sua paciência, uma escura clarividência, não projectada, mas minorada de qualquer instinto não racional, o ser que me invade não sou o eu ele próprio se constrói e mantêm os pilares como um aquiles, sempre actual no mundo ficcional que nos se apresenta, sem que alguém esteja atenta esses espiões do eu são os meus louvores da notoriedade, a áspera realidade, de só aquecer os motores da locomotiva em que fazemos esta viagem muito louca e profunda em que o túnel, poderá não voltar a ver o tão interior do seu escuro com a saída dessa imagem e um fim luminoso, a espera só de um fim o que nos motiva e nos impulsiona e uma força inquebrável algo tão fascináveis como nada fiável, difícil de saber e nunca aprender era uma teia que se rompe porém, voltando a formar-se a teia, era resistente e como que um acidente na narração, havia um tiro de profundidade que o matara em tenra idade, o ódio subjacente mas nunca indiferente a alguém ou da sua mente ou qualquer gente, assim de uma forma inteligente dizia a toda a gente que somos todos a nossa soma, e que venha mais gente diferente e semelhante igual, ao seu carácter original, de facto há um fantoche a qualquer acto e da peça que represente, uma viagem perdida no espaço das letras a arte de criar o espaço á própria morte de qualquer ponto final, o culminar nunca foi o fim, o morrer para nós nunca acontece só acontece aos que nos conhece e quando morremos nunca sabemos era uma palavra que não tinha fim mas simples e engenhosa um pouco manhosa como a raposa que se quer alimentar de uma fome incomensurável do que é aprender, e quer sempre mais saber, aí esta a fonte da longevidade, nunca saber o que não acontece, e porém no passado guardado foi alpinista e moveu a fé da sua montanha, e os limites são só o início de um precipício uma juventude de atitude, supera qualquer altitude e quando descemos e vemos o quanto já alcançamos na conquista só de conhecer, um pouco mais de ser e nunca querer perder e todos conseguimos voar a qualquer ponto em que nunca caímos por- que aprendemos a voar e imaginar tudo, mas tudo são palavras fragmentos, ideias, e pensamentos. Águas fundas de tão profundas as artes de iludir aludindo a um tema sem certeza a maresia surge e como que por magia da leveza da energia e sentimental embebecido e ternurento de um pouco de mais um acrescento vindo de um só momento inconfundível e jamais invencível pois a sua vitória era sempre a sua derrota e como que mais aprendia só de ser um vencido de mais um batalha em que nada diz e sente o sabor deslizante daquele a quem deu vitória, pois basta-nos aprender e saber viver com tudo o que nos rejeitam. Losten Cloistered in the frozen north and exposed a sheet old waiting to roll A light burned in orange tones A warm blanket and forgotten The soul that demands and tolerate the cold electrifying Memory of a loose, unbound and fictional existential, the sound spreads the hot pace of loose- Time to invade I And explore a world without heat hot On cooling, the atmosphere was not the same The ball rolls to a corner A point tilted under the ocean The surface, the interior of the magma escaldan you to explore the jungle and impress the Impressive leisure and not have another way of saying They are words, words hot or very cold as the corpse dark Very cold, frozen forever A dream of a hot spring and a valley, A river without a laugh hope mutilated waiting to find And show that eludes and alludes to build slowly and show only imagine what distance without And with the proper equation discusses the whole question Hot very hot, even scorching sound Guitar that vibrates with a thirst for culture He is born its fruit and more or less astute Resolve the situation without destruction Now existentially stopped, affected by Morbidity of words that convey the silence sur-Ten, who claim to care more Acuid This is to raise the suspicion of the unsaid But effectively transmitted Direction and writing. The whole truth is that there is trust between The thought and action way to find Through the conduct Tricks and maneuvers that generate the actual driver, and finds himself surrendered to the illusion of the word No sense dictates rightly It’s unbelievable But any way have an underlying measure By sheer misfortune of inappropriate See grow and know what to do What a situation lacks any sense of his own description, vision or direction, often di- zemos not what we think and see who is doing it right and learn from others and with signals of equal or similar Or in the form of addition Here is an example of mission Any abstract sense of form unrealistic It was a truth in its totalistic Unit and fragmented nature but united In a world that is similar and as always We have the likeness but not his equal there would be a deep reason and lost in his own alienation, this is a character by way of being And feel the heat coming from the same inside You may like With a painter in a frame as straight as an architect, the absolute reason not final With that on any subjugation Or subversion of the imaginary From a simple reality that went with natural wit and sharpening unimportant, carried by the future that has everything from pure, as the reality of a tough month Unconsciously and considerably exer-tion in its ferocity the experience of a visor-tivated only imagine that when an image Captured here is a desolate time for the attention of Armed fragments Here it joins the conscious to this Invade me to be writing, not clear from Almighty As straight as the lines of a horizon where The sun sets and hides Dipped and asleep He saw himself defeated, but never regret For there to be born again and be as bright as it was the only one, the sun will keep our living Bright and energetic mood is set in motion in which all details are de-scribed only the slightest sensitivity to happen and memorize each word with its meaning and maintained the silence of his patience, a dark foresight, not planned, but mi-norada any non-rational instinct, being that pervades me I’m not He himself built and maintain the pillars as an Achilles, always present in the fictional world In which it stands, without someone to be attentive These spies are my I praise the reputation, the harsh reality, only Heat engines of the locomotive On this trip we do crazy and deep in the tunnel, may not return to see the inside of your so dark with the output of the image and order a light, waiting only for an end What motivates us and drives us And something as an unbreakable force fascináveis as unreliable, difficult to know and never learn It was a web that breaks though, coming back to form a web, and how tough it was an accident in the narration, there was a deep shot that killed him at a young age, the underlying hatred But never indifferent to someone or your mind or any people, so in a way Smart told everyone that we are all in our sum, and that more people will Unlike similar and equal to its original character, in fact there is a puppet of any act and the number that represents a journey Lost in space the letters The art of creating space will own death In any period, the culmination was never the end, dying for us never happens It only happens to those who know us when we die and never know it was a word That was not so simple but ingenious A little sly as a fox who wants to feed a hunger to learn what is immeasurable, and always wants more knowledge, there is the source of longevity, never know what happens, but in the past and given guar-climber and was moved the faith of his riding-ded, and the limits are only the beginning From a cliff A youth of attitude, altitude outweighs any And when we go down and see how much we have achieved In the conquest only to know, be a little more And I never want to lose and all we get to fly At any point where it never fell for that, learn to fly and imagine Everything, but everything is Words Fragments, ideas and thoughts. Deep water so deep The arts of deceiving without alluding to a certain theme The salty air and appears as if by magic The lightness and energy Embebecido sentimental and tender a little Welcome to another addition of a single mo- ment Unmistakable and invincible ever since his victory was always his defeat and how they learned more Just to be a loser of a battle in which more than anything he says and feels the taste of those payment entitlements le slider to whom he gave victory, because we only need to learn to live and learn with everything that we reject

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