FW055

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O vulgar -The Vulgar Como sair desta dor que se imerge e agudiza o sofrer de um doer só e único. Bastava um olhar para sem matar, problematizar e toda a gota de lágrima é descoberta de um coração mergulhado e profanado então surge a corrente que me enlouquece e me acorrenta os pulsos e todo o impulso de estar condenado à alma doente e tenebrosa esse pó que nos sacode irrompe-se pelos sentidos e mais que fisicamente omnipresente do vapor da alma essa turbulenta raiz de alheamento está encontrada num só labirinto, o eu tu arrastado pela corrente submersa a apatia de mais um dia, despedaçado a corrente que me aperta, solta-se no momento quase urgente, todos esperam a alegoria de viver, transportada de bucólicos momentos. A tocha a arder, fulminará, eis um fulgor e se acende a chama que por ti queima o meu pobre coração, um cavalo solto à espera de se amansar desfruto de tudo o que sinto, pois sentir-te como te sinto, nesse tempo infinito que se cruza com o passado envolvente e que marca qualquer vida de ser vivida. O nosso reencontro debulha-se em magia que é só o de te olhar e ver o teu rosto materno, a sensação de carinho e ternura só me levantam toda a amargura só preciso de viver e sempre te ver até morrer um escaldante movimento de lábios a uma sensualidade, uma felicidade transparente como um abraço sentido à espera de ser vivi- do, uma união forte sobretudo além de te desejar, ambiciono que sejas tão feliz como um petiz uma raiz semeada, alimentada e fortificada a amizade é o mais nobre do amor deixa o meu coração bater o teu ritmo. The Vulgar How to get out of this pain Which is immersed and exacerbates the suffering of only one hurt And unique. One glance to not kill, and discuss all the teardrop is the discovery of a layered and desecrated Heart Then there’s the current that drives me crazy And my wrists and chains around the impulse Of being sentenced to sick soul and dark This dust that shakes us intruded by sen- taken And most of the physically ubiquitous va- for the soul This alienation is the root of the turbulent en- contrada In one maze, The I You Swept by the current submerged The apathy of another day, smashed The current that squeeze me, loose yourself … Urgent at the moment almost everyone expects … The allegory of life, transported from bucolic moments … The torch burning, struck dead, and behold a glow that lights the flame … For thee my poor heart burn, a loose horse waiting to be tamed … I enjoyed everything I feel, because you feel like you feel at that time infinity … That intersects with the past and marks surrounding any life to be lived. Our reunion was thrashing in the magic that is only looking at you and see Your motherly face, the feeling of affection and tenderness just pick me up all the bitterness … Just need to see you live and where even die … A hot lips move a sensuality, a transparent happiness … Meaning as a hug waiting to be lived-in, a strong marriage … Particularly well as you want, aspire to be so happy as a petiz … A root sown, nurtured and fortified … Friendship is the noblest of love Let my heart beat out your rhythm

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